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Franqueado e franqueador: 5 passos para ter uma relação duradoura e benéfica na parceria

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Como firmar uma relação duradoura e benéfica para franqueado e franqueador durante uma parceria? Entenda nesse artigo quais pontos são essenciais para uma relação saudável e de sucesso!

A capacidade de bom relacionamento da franquia com seus representantes é um fator indispensável à expansão e a sustentabilidade de uma rede. Porém, por mais que o objetivo em comum seja o mesmo, as visões podem ser divergentes. Por isso, é importante pensar sobre a seguinte questão: “como firmar uma relação bem-sucedida entre franqueado e franqueador?”

Primeiramente, ambas as partes devem respeitar as cláusulas contratuais. Porém, o dia a dia operacional vai além de formalidades. O aspecto humano tem papel protagonista nesse processo, e é importante encontrar um equilíbrio para resolver diferenças e gerir o negócio.

Isso pode ser alcançado com base em atitudes que devem ser priorizadas e reforçadas entre os dois lados. E é justamente sobre elas que vamos falar neste post. Descubra o que é preciso para uma parceria entre franqueador e franqueado!

Nele você vai ler:

1. Transparência
2. Profissionalismo
3. Respeito Mútuo
4. Reconhecimento
5. Organização

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1 – Transparência

É essencial que todas as questões relativas à aquisição estejam claras entre a franquia e os interessados em investir nela. Imagine a insatisfação de um franqueado que perde a exclusividade de sua área de atuação. Porém não havia sido notificado sobre essa possibilidade?

Uma situação assim pode ser evitada se houver uma conversa transparente entre as partes desde o início. Isso significa: é muito importante que o futuro franqueado conheça detalhes da proposta da rede. É obrigação da franqueadora prestar informações objetivas e confiáveis.

A Circular de Oferta de Franquia (COF), que é o primeiro documento ao qual o futuro franqueado tem acesso, deve trazer todas as condições sobre a marca direitos e deveres das partes, investimento total, suporte para capacitações, cenário de negócios, limite de atuação, expectativa de lucros etc.

Além disso, enquanto durar o acordo entre o empresário e a rede, todas as trocas de informações precisam ser baseadas em honestidade, de modo que nenhum lado seja prejudicado.

2 – Profissionalismo

A manutenção do método do negócio, da estrutura da rede e da capacitação da equipe estão diretamente relacionados à qualidade da entrega de produtos e serviços e ao constante desenvolvimento da marca. E para que tudo isso dê certo, a relação entre franqueado e franqueador deve ser sustentada pelo profissionalismo.

Quando ambos os lados do negócio atuam com seriedade, responsabilidade e competência, a operação da franquia flui bem e há garantia de que todos estão entregando o seu melhor para a execução das atividades.

3 – Respeito mútuo

A performance das operações também se beneficia muito quando o relacionamento é guiado por uma cultura organizacional baseada no diálogo. Nesse sentido, gentileza, empatia, respeito às diferenças e atenção plena são alguns pré-requisitos.  

Ainda, é importante que franqueado e franqueador tenham conhecimento de suas atribuições, limites que devem constar nas documentações da empresa, como a COF e o contrato.

É papel do franqueado seguir as indicações da circular; pagar as taxas em dia; gerir a unidade; ajudar a expandir e proteger a imagem da marca e prestar contas à franqueadora. Já a rede precisa transmitir o know-how do negócio, cumprir a cessão de direito de uso, dar suporte ao empreendedor e manter os operadores sempre a par de quaisquer mudanças.

4 – Reconhecimento

Quando as pessoas são reconhecidas pelo trabalho que fazem, isso ajuda a aumentar a motivação no trabalho e também a elevar os níveis de confiança. Por isso, é fundamental que as redes entendam o perfil dos empreendedores e, a partir disso, promovam sistemas de recompensa para franqueados, oferecendo feedbacks constantes e também prêmios por conquistas coletivas e individuais.

Em contrapartida, também é importante que o franqueado saiba receber elogios e críticas e indicar para a franqueadora que os incentivos oferecidos fazem diferença para a gestão da unidade. Desse modo, ambos os lados demonstram reconhecimento por suas ações, e isso fortalece a união da rede.

5 – Organização

Para que todos os cuidados anteriores funcionem bem, é fundamental que o contato entre franqueado e franqueador seja bem estruturado. Hoje, existem diversos meios para tornar esse encontro acessível a tecnologia permite não só a troca de mensagens em tempo real, via aplicativos de mensagem, mas também a implementação de sistemas de gestão de interna, que são excelentes opções para o controle dos negócios.

Uma dinâmica interessante para essa organização é estabelecer tipos de comunicados e questões que podem ser enviados e resolvidos através de cada canal. Desse modo, ambas as partes conseguem prever a urgência e o caráter dos chamados, uma boa estratégia para otimizar processos.

Todos esses pontos formam um pacote de valores e atitudes para um relacionamento de parceria entre franqueado e franqueador. Mas é claro que não existe um modo único para colocá-los em prática: cada empresa tem as suas particularidades, então, o balanço dependerá das partes envolvidas.

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